Mostra traz diálogo entre o acervo do Museu Nacional, artistas e grafiteiros de Brasília.

De 20 de abril a 4 de junho.

Orlando Teruz (1925) e Mikael Omik (2017).

Para marcar os 10 anos do http://www.hrustaleva.by/uploaded/apsnipress-novosti-segodnya.html Museu Nacional da República e os 57 anos de follow url Brasília, o público de Brasília recebe a mostra http://game.zdorovofrolovo.ru/content/tts-kit-mitishi-kinoteatr-raspisanie.html Mundez, que vai unir o acervo e, arte contemporânea e grafite. São obras de artistas que marcaram dois séculos da história da arte brasileira, dentre eles: Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Rubem Valentim, Anita Malfatti, Heitor dos Prazeres, Orlando Teruz, Cícero Dias, Volpi, entre outros. A proposta da exposição é o diálogo entre os clássicos da história da arte brasileira e artistas contemporâneos envolvendo também os grafiteiros, mais atuantes na arte urbana da cidade.

Ana Bela Geiger (1990) e Brixx Furtado (2017).

O conceito da antropofagia que atravessa a modernidade no Brasil tem desdobramentos na arte atual. A mestiçagem presente nas três etnias que formam nosso caldo cultural, se fazem representar nas imagens do índio, do negro e do homem branco colonizador. Nessa abordagem surge uma ideia de Nação, em seus aspectos positivos da miscigenação e negativos do racismo. Os possíveis diálogos travados entre as imagens da exposição manifestam essa ideia híbrida e contraditória na nossa cultura.

Essas linguagens aparentemente distintas afloram em momentos históricos diferentes, mas tratam das mesmas questões humanas, sociais e políticas. Ambas tendências, a princípio à margem do classicismo marcam rupturas no conservadorismo, por meio de questionamentos, trazendo à sociedade temas polêmicos que provocam reflexões e novas formas de pensamento.

O grafite, por muito tempo foi visto como uma arte marginal, dialoga com obras de artistas importantes desses dois séculos de produção artística nacional que compõe o acervo da instituição museu. Antonio Delei, Brixx Furtado, Flávio Soneka, Gilmar Gake, Gilmar Satão, Guga Baygon, João Sowtto, Michelle Cunha, Mikael Omik, Odrus, Tiago Botelho e Toys Daniel, são os artistas do grafite que interagem com as citadas obras do acervo.

Alexandre Rangel, Antônio Obá, Bené Fonteles, Corpos Informáticos, Elyeser Szturm, Ernesto Neto, João Angelini, Josafá Neves e Renato Matos é outro grupo de artistas da cidade convidado a participar da exposição.

Confira cliques da montagem, por Paula Pratini:

Tiago Botelho.
Mikael Omyk.
Gilmar Satão.
Guga Baygon.

Serviço: Museu Nacional da República – 10 anos: MUNDEZ
Abertura: 19 de abril (quarta) às 20 horas
Visitação: De 20 de abril a 4 de junho
Local: Museu Nacional do Conjunto Cultural da República
Horário de visitação: De terça a domingo das 9:00 às 18:30
Entrada franca
Classificação indicativa: Livre.